Psicanálise
Fábio Serrão Franco

Sobre
Meu nome é Fábio Serrão Franco. Nasci no ano de 1979 na cidade de Santos, litoral de São Paulo. Graduei-me em curso de formação de psicólogo com licenciatura plena em Psicologia em 2005, sendo inscrito no Conselho Regional de Psicologia do Estado de São Paulo sob o número de registro CRP 06/81566.
Sou Doutor em Psicologia Clínica - linha de pesquisa "Investigações em Psicanálise" - pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (2015); e mestre em Psicologia Clínica pelo Núcleo de ensino e pesquisa 'Método Psicanalítico e Formações da Cultura' do Programa de Estudos Pós-graduados em Psicologia Clínica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2010). Realizei especialização em Teoria Psicanalítica na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2007); e especialização em Psicoterapia Psicodinâmica dos Transtornos da Personalidade no Departamento de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (2014).
Possuo título de especialista em Psicologia Clínica (2011) e título de especialista em Psicologia Jurídica (2014), ambos concedidos pelo Conselho Federal de Psicologia. Atualmente sou Membro filiado ao Instituto de Psicanálise "Durval Marcondes" da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo; e Membro Efetivo da Associação Brasileira de Rorschach e Outros Métodos Projetivos. Exerço Psicanálise em clínica privada e trabalho na rede pública de saúde, atividades realizadas na cidade de Santos-SP.

Sigmund Freud
Psicanálise
A Psicanálise é uma abordagem de tratamento mental baseada na observação de que os indivíduos muitas vezes desconhecem os fatores que determinam suas emoções e comportamentos. Estes fatores inconscientes podem ser fonte de considerável sofrimento e infelicidade, por vezes sob a forma de sintomas reconhecíveis e, por outras, como preocupantes traços de personalidade, dificuldades no trabalho e/ou em relacionamentos amorosos, assim como distúrbios de humor e de autoestima.
Pelo fato destas forças serem inconscientes, os conselhos de amigos e familiares, a leitura de livros de autoajuda, ou até mesmo os mais determinados esforços de vontade, muitas vezes não conseguem proporcionar o alívio almejado. A Psicanálise, como técnica de tratamento, é baseada em conceitos relativos a processos mentais inconscientes, originalmente desenvolvidos por Sigmund Freud e, posteriormente, por um número considerável de psicanalistas.
O processo psicanalítico pode revelar como esses fatores inconscientes afetam o relacionamento atual e os padrões de comportamento. Isso ocorre através do rastreamento de suas origens históricas e da demonstração do modo como eles se desenvolveram ao longo do tempo, assim como o modo como se mostram na atualidade, o que ajuda o indivíduo a lidar melhor com a vida adulta.
Filiação institucional
Em 1902, Freud reuniu Stekel, Adler, Kahane e Reitler para discutir suas ideias, formando a Sociedade Psicológica das Quartas-Feiras, que em 1908 passou a se chamar Sociedade Psicanalítica de Viena. O grupo cresceu com a entrada de nomes como Ferenczi, Jung, Abraham, Jones e Eitingon, que desempenhariam papel central no desenvolvimento da psicanálise.
A ideia de criar uma associação internacional partiu de Ernest Jones, que propôs a Jung a realização de um congresso reunindo psicanalistas de diferentes países. O primeiro encontro ocorreu em Salzburg, em 1908, quando se discutiu e aprovou a criação de uma organização internacional. A Associação Psicanalítica Internacional (IPA) foi oficialmente fundada no Congresso de Nuremberg, em 1910.
No Brasil, a Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP), fundada em 24 de novembro de 1927, foi a primeira sociedade psicanalítica da América Latina e a primeira do país reconhecida pela IPA. A instituição destaca-se pela promoção do pluralismo teórico-clínico, pelo diálogo interdisciplinar e pela produção científica, por meio de publicações como o Jornal de Psicanálise e a Revista Ide.

Melanie Klein

Quando procurar um psicanalista?
A consulta com um psicanalista é indicada para pessoas que enfrentam ansiedade, depressão, ataques de pânico, obsessões, compulsões, dificuldades nos relacionamentos ou no trabalho, conflitos emocionais, perdas, transições de vida ou padrões repetitivos que geram sofrimento. Mesmo pessoas que funcionam bem em suas atividades podem se beneficiar da psicanálise ao buscar maior autoconhecimento e compreensão de seus conflitos internos.
A psicanálise visa promover liberdade emocional, autonomia e mudanças duradouras na forma de sentir, pensar e se relacionar. É especialmente recomendada quando outras modalidades de psicoterapia não produziram os resultados esperados, oferecendo uma abordagem mais profunda e abrangente para a compreensão e transformação do sofrimento psíquico.
Wilfred Bion
Como o tratamento psicanalítico funciona?
O tratamento psicanalítico baseia-se na ideia de que as pessoas são frequentemente motivadas por desejos e desejos não reconhecidos (inconscientes). Esses desejos podem ser identificados através da relação entre paciente e analista: ao ouvir as histórias dos pacientes, fantasias e sonhos, bem como discernir sobre como o paciente interage com os outros, o psicanalista oferece uma perspectiva única que os amigos e parentes podem ser incapazes de ver.
O analista também escuta as maneiras pelas quais esses padrões ocorrem entre o paciente e o analista. Falar com um psicanalista treinado ajuda a identificar padrões e comportamentos problemáticos subjacentes. Ao analisar esses padrões, podem-se descobrir caminhos para a liberdade emocional necessária para fazer mudanças substanciais, duradouras, e curar de traumas passados.
Tipicamente, a psicanálise envolve o paciente, que vem diversas vezes em uma semana, e lhe possibilita comunica-se tão aberta e livremente como possível. O divã, que se tornou tão entrelaçado com a imagem pública da psicanálise, não é mais uma exigência para o tratamento. Enquanto muitos analistas e pacientes acham que o divã é benéfico e ajuda os pacientes a relaxar e ser mais aberto, outros sentem que um arranjo cara-a-cara funciona melhor para eles.

Imagens



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Diplomas e certificados




Publicações
FRANCO, F. S. Algumas considerações sobre possíveis influências da autoanálise de Freud na formação psicanalítica atual. Boletim Formação em Psicanálise (São Paulo), v. 23, p. 55-29, 2015.
FRANCO, F. S. Psicoterapia psicanalítica em ambientes prisionais: uma experiência de cuidado psicológico para presos semi-imputáveis no Estado de São Paulo. 2015. 279 f. (Doutorado) - Programa de Pós-graduação em Psicologia Clínica, Instituto de Psicologia, Universidade de São Paulo.
FRANCO, F. S. Trinta dias em um hospital de custódia e tratamento psiquiátrico. Revista Brasileira de Crescimento e Desenvolvimento Humano (Impresso), v. 20, p. 90-94, 2010.
FRANCO, F. S.; MIGLIAVACCA, E. M. Revisitando a teoria do trauma: considerações sobre a etiologia da 'organização borderline de personalidade'. In: XXIV Congresso Brasileiro de Psicanálise, 2013, Campo Grande - MS. Ser contemporâneo: medo e paixão, 2013.
FRANCO, F. S. Psicoterapia psicanalítica em ambientes prisionais: uma proposta de cuidado psicológico para presos semi-imputáveis no Estado de São Paulo. In: VI Congresso interno do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, 2012, São Paulo. VI Congresso interno do Instituto de Psicologia: resumos eletrônicos, 2012.
FRANCO, F. S. Trinta dias no HCTP I de Franco da Rocha - SP. In: I Simpósio Internacional Sobre Manicômios Judiciários e Saúde Mental, 2009, São Paulo. Revista Brasileira de Crescimento e Desenvolvimento Humano (Impresso). São Paulo, 2009. v. 19. p. 26-26.
FRANCO, F. S. Contratransferências. 2010. 122 f. (Mestrado) - Programa de estudos Pós-graduados em Psicologia Clínica, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
